OAB em SAP fala sobre relacionamento com Judiciário e MP

A relação com o Poder Judiciário e Ministério Público, tem sido de muito diálogo e fraternidade, avalia o novo presidente da subseção de Santo Antônio da Patrulha.
Conforme Julio César Sant’Anna de Souza, “é claro que não estamos satisfeitos com a morosidade dos processos, a dificuldade de retorno total as atividades presenciais, tais como atendimentos e audiências. Até os estádios de futebol estão recebendo público, tivemos a pouco tempo mais de vinte mil pessoas no GRENAL. Não é incrível que somente no Judiciário não seja possível o retorno presencial às atividades”.
Reconhece Sant’Anna que devem ser mantidos todos os protocolos sanitários como uso de máscaras, álcool, distanciamento e, é claro, a busca da imunização vacinal da totalidade da população.

RELACIONAMENTO HARMONIOSO
No entanto, Julio Sant’Anna deixa claro que o relacionamento da OAB com o Ministério Público e Judiciário, mesmo com os problemas apontados, tem sido harmonioso e respeitoso. “Há poucos dias tivemos uma reunião com o Juiz Titular da Primeira Vara Judicial, a qual fomos convidados pelo mesmo, para que esclarecesse a advocacia como iniciar-se-á o processo de digitalização dos processos na Comarca por parte da empresa contratada pelo Tribunal de Justiça, nessa reunião levamos para algumas reivindicações da advocacia na busca da melhora na prestação jurisdicional.
Com o Ministério Público o relacionamento não poderia ser diferente, ou seja, de harmonia e respeito. Inclusive estamos buscando em conjunto soluções para o aumento do número de servidores do Judiciário e até alteração de entrância”
.
RELAÇÃO RESPEITOSA
Já Gustavo Gil Terres Peres, que está deixando o cargo, falando sobre o relacionamento da Ordem com o Judiciário e o Ministério Público afirma textualmente:
“Nesse aspecto, a relação institucional sempre foi respeitosa e colaborativa. “Buscamos a todo tempo a aproximação com o Poder Público para que possamos, por meio do diálogo, avançar em pautas de interesse da sociedade e cidadania. Quando as instituições se unem e assumem o seu papel, conseguimos promover verdadeiras transformações”.

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