Em meados de 1750, tropeiros faziam o percurso entre Santo Antônio da Patrulha, onde havia uma guarda para patrulhamento dos animais que estavam sendo conduzidos para São Paulo.
Esta, é a principal finalidade do percurso de cerca de 5.000 km que um grupo de São José do norte, percorrendo diariamente cerca de 30 km, passou neste fim de semana por Santo Antônio da Patrulha numa jornada que terá como epílogo Vacaria.
Acampados na sede do Sindicato Rural em Barro Vermelho, que foi gentilmente cedido aos tropeiros para o seu descanso, os defensores do resgate do Tropeirismo, como um dos alicerces que moldaram o Rio Grande de então, e recebidos por Fernando Missel, da diretoria do Sindicato e por Sérgio Airoldi, o Canário, secretário da Cultura, Turismo e Esportes, seus integrantes dão uma verdadeira aula de história sobre o surgimento, naquela época, do Tropeirismo, que conduzia o gado para São Paulo.
A cavalgada iniciou em São José do Norte, terra onde se originou o movimento, passando por Rio Grande e outros municípios, eles levam inclusive suas esposas que dão o suporte necessário para que sigam firmes no seu objetivo.
E por onde passam defendem a importância de que este resgate frutifique, tendo inclusive a destinação de um dia do ano dedicado ao tropeirismo.