O advogado Humberto Lauro Ramos lançou recentemente uma obra intitulada Inventário do Invisível.
Quando o interessado vê o título, logo imagina que esteja escrevendo sobre a sua especialidade: O Direito. Mas já nas primeiras linhas se surpreende com o que ele busca transmitir, que é uma publicação em forma de Poesia e Literatura.
Esta obra organizada pela escritora e psicanalista Monique Rodrigues, que integra o Grêmio Literário Patrulhense, vai ser lançada no dia 6 de agosto às 20h30min na 16ª Feira do Livro na FENACAN.
Conversando com a reportagem da Folha Patrulhense, o advogado, que também é o mais antigo colunista deste Jornal, disse que a ideia surgiu nos tempos do colégio desde o primário até a faculdade, em encontros de Cultura, e inclusive no Grêmio Literário Patrulhense.
“Este livro ‘Inventário do invisível’, inclui parte das poesias que escrevi. É inventário invisível porque a poesia é um patrimônio invisível e as escrevemos para que as pessoas ao lerem, possam viajar, imaginar e até mesmo amar, sem sair do lugar”.
Afirma que por participar de estudos literários, já foram feitas publicações nos colégios onde estudou. “Recentemente foi publicado e lançado no Museu Caldas Junior, intitulado “Escritos”, contendo contos, artigos e também poesias, acrescenta o autor.
Lauro conta que também escreveu várias composições, destacando a última que foi gravada chamada “Meus Livros”, com arranjo de Leni Nunes e Sergio Rojas, com interpretação da talentosa cantora Claire Winck.
“Dentre as várias composições de minha autoria, destaco “Meu Petiço”, com arranjo de Leni Nunes, “Casarão” com a arranjo e interpretação de Sergio Rojas e uma religiosa ‘Nossa Senhora das Lágrimas’, com arranjo também de Leni Nunes e interpretada por Sergio Rojas, Neto Fagundes e Chico Saratti, destacando todos, pois as suas vozes foram ouvidas e continuam, pois essas obras sempre foram escritas sem fins lucrativos”, acrescenta Lauro Ramos.
O autor agradece aos seus amigos e companheiros de trabalho nos tempos idos e ao Diretor da Folha, Moacir Menezes, seu vizinho e amigo.
Além disto é colaborador com escritos de Lei, Doutrina, Jurisprudência, no campo do Estudo Jurídico e outros escritos para a Folha Patrulhense. Lauro é advogado há mais de 51 anos, com inúmeros trabalhos publicados.
Por fim, Lauro Ramos aconselha às pessoas que tiverem condições, que publiquem o que escrevem, não esquecendo que o livro é um sonho que possui nas mãos. “Os livros não matam a fome, não suprimem e nem acabam com a miséria, não terminam as desigualdades e com a injustiça do mundo, mas consolam as almas, fazendo-as sonhar”, conclui.
