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Reflexos da crise global chegam aos postos e ao bolso da população

A crise dos combustíveis, especialmente do óleo diesel que é fundamental para os produtores rurais movimentarem suas máquinas nas lavouras, para motoristas de caminhões e transportes coletivos faz com que a situação perdure e que se precipitou com a eclosão da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, agora se alastrando por envolver outros países do Oriente Médio.

Com isso, e com o fechamento do Estreito de Ormuz, que impede que petroleiros naveguem rumo ao Ocidente levando o petróleo para as refinarias, persiste a escassez de combustíveis, se transformando em uma crise de abrangência global.

Em cada cidade o reflexo se faz sentir, devendo provocar ainda o que é pior, um aumento em cadeia no ramo da alimentação, fazendo com que a crise seja sentida no bolso de cada um. 

E não é diferente também em Santo Antônio da Patrulha, onde nos postos de gasolina, o problema se reflete diretamente no abastecimento de veículos pesados e de máquinas.

O que é quase uma unanimidade entre os proprietários de postos é que as quotas de envio do diesel estão sofrendo reduções.

No Posto Rota da Praia (frente à DaColônia, o gerente Marcos Vinícius de Oliveira Silva afirma que por enquanto a situação ainda é relativamente normal, porque muitos produtores rurais preferem abastecer nos postos do que receber o combustível nas lavouras que se torna mais caro. “As cargas vêm com dosagem menor”, explica, para frisar: No entanto, os impostos continuam sendo cobrados, não procedendo até agora, as afirmações do governo de redução da carga tributária sobre os combustíveis, segundo afirma.

No Rota 30, o gerente Victor Machado afirma que houve redução acentuada no fornecimento do óleo diesel e quem fica mais prejudicada é a lavoura.

No Santo Paradouro, localizado na saída da Rua Capitão Machado da Silva e junto à rótula para a ERS 474, o gerente Leonardo Silveira de Oliveira afirma não existir por enquanto restrição no fornecimento do óleo diesel, mas admite que quem mais sofre com isso neste momento é o lavoureiro.

No Posto Santa Lúcia (Cel. Victor), o proprietário Cristiano Ramos afirma que o abastecimento com diesel ainda continua normal.

No Posto Qualitá (Cel. Victor) defronte ao Gominho, Natacha Flor afirma que o abastecimento do diesel começa a normalizar.

No Auto Posto Boa Viagem (frente à Casa do Sonho), o frentista Edgar Mazzuco Fernandes afirma que são os caminhoneiros que mais procuram o óleo diesel.

No Posto Milhas (antigo Texaco), Alexandre Raimundo diz que trabalha bastante com a prefeitura, ambulâncias, EGR e Remov e que não deve faltar combustível. Salienta que a situação é normal.

No Posto Marco Zero o abastecimento com diesel foi normalizado, o mesmo acontecendo com o Posto São Cristóvão em Caraá, ambos de propriedade do empresário Magdiel Silva.

Estas colocações feitas por empresários e gerentes de postos podem sofrer alterações, porque tudo depende da evolução da crise internacional provocada pela guerra atualmente em andamento e que já ceifou milhares de vidas, além de provocar o bloqueio no Estreito de Ormuz, impedindo a passagem dos navios petroleiros abarrotados de combustível.

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