Patrícia Alba fala sobre privatização da CORSAN, pedágios em estradas gaúchas e bandeiras de seu mandato

A deputada estadual Patrícia Alba, juntamente com seu esposo Marco Alba, estiveram no jantar de fim de ano do MDB patrulhense. Na oportunidade, a deputada lembrou a retomada da vida após o período de praticamente dois anos da pandemia.
Falando sobre seu trabalho político, a parlamentar gravataiense salientou que, mesmo tendo entrado como titular no começo deste ano, teve bastante trabalho, lembrando a campanha de privatização da CORSAN no qual votou contra, frisando que o que será decidido, irá impactar a vida dos gaúchos nos próximos 30 a 40 anos. “Entendo que a água não é mercadoria para ser negociada”, disse Patrícia.
ORIENTAÇÕES
A deputada adiantou que mesmo que tenha passado a privatização na Assembleia, não se pode deixar os prefeitos e vereadores sem orientações, porque são eles que vão ter que assumir o caos em que pode se transformar a questão da água para os seus munícipes e por isso, estamos conversando com advogados e técnicos, para que eles estejam seguros sobre os contratos a serem assinados com a CORSAN após a privatização. “Vamos tratar de uma concessão de água por 40 anos, ou mais e depois que isso acontecer, não se pode voltar atrás”.
PEDÁGIOS
Outro assunto pelo qual trabalhou bastante este ano foi o da situação dos pedágios. A ideia do Governo do Estado é pedagiar o Estado Inteiro. São mais de mil km de rodovias concedidas com pedágios. “Já tivemos uma grande vitória, porque a ideia do governo era fazer o pedágio numa modelagem, era uma maior outorga e menor tarifa e isso fazia com que o cidadão que vai ficar com o pedágio em sua região por 30 anos, pague uma tarifa mais alta. Após as discussões, conseguimos que o governo desse um passo atrás e não fizesse mais a modelagem com outorga, mas sim com menor tarifa”, disse Patrícia para frizar: “Sou contra a colocação do pedágio da ERS-118 por ser totalmente inadequado ficando na nossa região metropolitana abrangendo Gravataí, Cachoeirinha, Alvorada, Viamão, porque nossa região vai ficar mais empobrecida, uma vez que já sofre com a falta de emprego e de indústrias, e com a economia que não está indo muito bem”.
PROGRAMA ASSISTIR
Destacou também o programa Assistir, em que o governo pretende retirar recursos de alguns hospitais e colocá-los em outro. A forma como o governo pretende, poderá provocar um caos muito grande na Saúde no Rio Grande do Sul, que bem ou mal, está organizada hoje e se o governo levar à frente este projeto, isso poderá colapsar a saúde de todo o Estado.
“Nos próximos 15 dias apresentaremos um relatório e vamos buscar com o governo uma alternativa para que o cidadão não fique sem a saúde, o que é mais importante. Ao mesmo tempo, estamos trabalhando com os prefeitos da região metropolitana, que é a mais populosa em todos os assuntos que influenciam na vida do cidadão.”
Esta semana, integrando a Frente Nacional de Prefeitos, Patrícia Alba irá buscar, junto ao presidente da república, solução para que o transporte coletivo intermunicipal não seja tão pesado pelos que o utilizam, pois são os que têm a menor renda.

COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
NOTÍCIAS RELACIONADAS
Nosso canal no WhatsApp
Publicidade