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Faleceu na madrugada de sexta-feira (21/11) aos 98 anos de idade, Luiz Simões Pires. Ele estava em sua casa na Avenida Paulo Maciel de Moraes, quando foi acometido por uma parada respiratória e cardíaca, vindo a falecer.
Seu corpo foi velado na capela mortuária da Funerária Bom Jesus na Cidade Alta, tendo o seu sepultamento ocorrido no cemitério de Santo Antônio da Patrulha.

QUEM ERA SIMÕES PIRES

Natural de Encruzilhada do Sul, nasceu em 12 de junho de 1927, sendo que ainda pequeno foi morar com a família em Santana do Livramento. Luís Simões era filho de Aristotelina Pires e de Vicente Simões Pires.
Casou em Alegrete com Ilza Conceição Simões Pires, com quem viveu até o dia de sua morte, sendo 76 anos de matrimônio. Dessa união o casal teve cinco filhos, cinco netos e quatro bisnetos.
Como afirmam os familiares, ele deixou um exemplo de trabalho, luta e perseverança.

EM SANTO ANTÔNIO

Luiz Simões Pires veio com a família para Santo Antônio da Patrulha para assumir as funções de representante do FUNRURAL, aqui firmando sua residência como seu município do coração.
Neste município desenvolveu intensa atividade social, tendo sido o fundador do Lar Oscar Vargas, destinado ao acolhimento de idosos e que se situava ao lado do Hospital Santo Antônio da Patrulha.
Além disso, “seu” Simões como era mais conhecido, foi um dos fundadores em 03 de outubro de 1987, do Centro Espírita Fonte de Luz que chegou a funcionar na chamada Rua da Fonte, por se localizar junto à Fonte Imperial.
Teve também participação na Maçonaria, tendo fundado, ao lado de outros maçônicos, o grupo Obreiros da Fonte.
Como afirmam os familiares, até a pandemia ninguém segurava ele em casa. Mas depois, em 2020, 2022 quando teve o COVID ficou mais recluso em casa.
O médico que o estava atendendo em 2019, havia previsto que ele teria mais três anos de vida, pois estava com estenose severa da válvula cardíaca. “Mas Deus deu mais uns anos ao pai, para nos prepararmos para essa separação”.
Luiz Simões Pires, por ocasião de seu falecimento, recebeu a homenagem de carinho dos netos e dos irmãos do Centro Espírita Fonte de Luz.
Sua morte foi lamentada pelos familiares e pela legião de amigos que conquistou ao longo de sua vida.
Além disso, pela internet, foram inúmeras as mensagens de condolências da Loja Maçônica e da Federação Espírita do Rio Grande do Sul.

NA FOLHA

Por muitos anos, Simões foi um dos primeiros colunistas da Folha Patrulhense e semanalmente era visto vindo à redação do Jornal para deixar seu artigo para publicação na edição semanal.
Quando não mais podia se deslocar até à redação do Jornal, nunca deixou de ter em mãos o exemplar da semana para não perder o vínculo com o dia a dia da cidade que adotou para desfrutar grande parte de sua vida.
Seu falecimento causou consternação à família e à grande legião de amigos que formou, não apenas na comunidade local, mas em vários pontos do Brasil para onde fazia questão de enviar o Jornal.
A FOLHA PATRULHENSE expressa seu mais profundo pesar à família pelo falecimento de seu antigo colaborador e sempre amigo que deixou uma marca indelével na nossa Imprensa escrita.

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