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Escritor patrulhense autografa quatro obras na Feira do Livro de Porto Alegre

O escritor patrulhense Eduardo Jablonski, 57 anos, está lançando seis livros em 2026, e quatro deles com autógrafos programados para a Feira de Livro de Porto Alegre. No dia 31 de outubro, às 18h, no Clube do Comércio, o crítico literário dará uma palestra sobre a sua obra “Felipe Daiello, um escritor luso-brasileiro com visão mundial” (AGE) e às 19h será o lançamento no espaço dos autógrafos na Feira do Livro de Porto Alegre. No dia 1º de novembro, domingo, às 19h, ocorrerá o lançamento de “Rossyr Berny, rios sólidos e Arco-Íris Noturno” (Alcance). No dia 4 de novembro, às 14h, o escritor radicado em Santo Antônio da Patrulha há 23 anos falará sobre a sua obra “Alberto Dal Molin Filho, o escritor das emoções” (Alcance), também no Clube do Comércio, com autógrafos programados para as 15h na feira. Nesse mesmo horário, o autor também autografará “Meus Mestres” (Alcance). Em 2026, Eduardo Jablonski também lançou “À procura do eu” (Bestiário), livro que analisa a obra de um poeta fantasma. E ainda está acertado para sair o livro “A literatura social de Delalves Costa”.
Com essas publicações, o professor das Escolas Nossa Senhora de Fátima, Neeja Rizoma e Polo Universitário de Santo Antônio da Patrulha soma 42 publicações, não contando as cinco que ele retirou do seu currículo, “por absoluta falta de qualidade”, afirma. O escritor Paulo Timm defendeu que talvez Jablonski deva estar perto de algum recorde, e o patrulhense resolveu pesquisar por conta própria para ver as publicações dos demais escritores do Rio Grande do Sul e constatou o seguinte: retirando livros de literatura infantil ou infantojuvenil, que às vezes têm 20 ou 30 páginas, traduções, republicações e organizações de livros, a lista de autores que mais publicaram é a seguinte: Antônio Mesquita Galvão com 110, Carlos Nejar com 55, Juremir Machado da Silva com 47, Moacyr Scliar com 45 (porém com mais de 30 infantojuvenis), Cleber Pacheco com 44 e Eduardo Jablonski com 42. “Isso não quer dizer coisa nenhuma, “mas não deixo de ser um cara que escreve intensamente”, comenta Jablonski.

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