Escola de Monjolo oferta curso ministrado pela UFRGS

A Escola Estadual de Ensino Fundamental Felisberto Luiz de Oliveira, localizada em Monjolo, tem se distinguido pelo trabalho que vem sendo desenvolvido com os alunos, com atividades que complementam o dia a dia dentro da sala de aula.
Há poucos dias foram promovidas na escola, as práticas de um curso que há mais de dois meses vem sendo realizado e que se destina à formação de coordenadores de clubes de ciências do campo.
COMO É O CURSO
A diretora, professora Tamara Cury Benedetto explica que o curso é ofertado pela UFRGS do Litoral, com a participação da 11ª Coordenadoria Regional de Educação, cujo coordenador, professor Fabrício Soares esteve no dia das práticas tendo elogiado o que ali tem sido feito.
Explica Tamara que ao longo dos dois meses do curso, todas as quintas-feiras as aulas práticas tiveram, naquele dia, o complemento com oficinas mostrando o que foi ensinado na aula teórica. Aquela escola foi escolhida para sediar o curso e os oficineiros ministraram ensinamentos sobre manutenção da horta, compostagem, organização dos canteiros, adubação da hora, o trator de galinhas, o relógio biológico com ervas medicinais e elaboração de inseticidas naturais.
INTERESSE
Como existe a participação dos alunos, eles se mostram muito interessados e o trator de galinhas está sendo a sensação, não apenas deles, mas também dos professores e da comunidade. Os estudantes são os que levam as galinhas para o trator que é uma construção de madeira, com tela e é onde as galinhas fazem a limpeza da área e ali já produzem o adubo necessário.
Os alunos estão tão empolgados com a ideia, que escolheram como mascote do curso uma galinha.
Tudo o que acontece na escola é fruto da produção dos alunos que: fizeram canteiros, efetuaram medição, plantaram hortaliças, colheram e ajudaram professores a fazer o trator de galinhas.
PERMANÊNCIA NO INTERIOR
O principal objetivo é no sentido de que os alunos levem esses ensinamentos para casa, façam suas próprias hortas e procurem se manter no interior, não se deixando iludir pela vida nas cidades, onde terminam trabalhando em fábricas, não tendo mais aquele contato tão salutar com a terra.

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