Setenta e uma casas destelhadas, conforme informação fornecida esta semana pelo coordenador municipal da Defesa Civil, Miguel Evair; árvores e postes caídos, tanto na sede quanto no interior, com obstrução do trânsito em vários locais até que o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil providenciassem a liberação dos trechos; além de granizo que, em dez minutos, embranqueceu uma determinada faixa. Esse foi o cenário decorrente do violento temporal, um dos mais fortes já registrados no município, que mobilizou o Corpo de Bombeiros Militar, a Defesa Civil e voluntários na tentativa de normalizar, na medida do possível, a situação na cidade.
Uma escuridão completa se estendeu pela cidade e o interior, devido aos problemas provocados pelo vento que superou os 90 km horários, causando sérios danos à rede de energia elétrica. O sistema telefônico e a internet ficaram fora do ar, isolando praticamente a cidade por várias horas, da noite de quinta até sexta-feira.
Painéis, telhas de zinco espalhadas pela cidade e em alguns pontos do interior, pessoas desabrigadas e que tiveram que se alojar em pelo menos um salão até que pudessem voltar para casa, tudo isso se constituiu na confirmação das previsões anunciadas pelos institutos de meteorologia e pela Defesa Civil.