Comerciante do ramo de bicicletas enfrenta pandemia e escassez de material

Você já experimentou vender um produto que nunca teve? Pois é, este é o caso do comerciante Julio Zaikowski, que atua no ramo de bicicletas, mas nunca teve uma durante sua vida. Teve experiência como mecânico e ao saber que o pai estava desempregado, comprou a Julio Ciclo Peças, no bairro Vila Branca, em Gravataí.
A sociedade se consolidou e a loja superou a crise da pandemia e hoje funciona atuando na área de consertos e manutenção de bicicletas.
Residente há 53 anos em Gravataí, Julio é o comerciário mais antigo na área da cidade, com 39 anos de atuação no segmento. A pandemia fez encerrar as atividades de vários segmentos, mas
Julio salienta que conseguiu resistir a crise, superando as dificuldades e vendendo as bicicletas, especialmente, como meio de locomoção. “Esse foi o principal motivo das vendas. Em outros bairros, como o centro, por exemplo, a escolha por uma bicicleta é pelo lazer.
“Fui um dos poucos que não foi afetado pela pandemia. Senti a redução do trabalho, mas não fui impactado diretamente. A maioria dos meus clientes utilizam a bicicleta como meio de transporte, para ir ao trabalho ou se locomover a um determinado local”.
Entre as dificuldades deste ramo, conforme Julio, é a alta dos preços das peças, devido a escassez do aço, o material se torna caro. Atualmente, o maior problema é a pandemia que estagnou o comércio em geral. “Que a vacina chegue logo para todos, pois só assim controlaremos a pandemia.

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