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Rony Gabriel fala sobre política e economia na Folha Patrulhense

Pré-candidato a deputado federal e vereador pelo município de Erechim (PL), Rony Gabriel está iniciando sua maratona pelo Estado em busca de apoio à sua candidatura.
Na Folha Patrulhense foi recebido pelo diretor-presidente do Grupo 2M, empresário Moacir Menezes.
Conversando com a reportagem, Rony começou por afirmar que está fazendo um trabalho muito inclusivo principalmente no setor de combate à corrupção e na defesa dos princípios que defende: “Sou Liberal na Economia, conservador quando se trata da questão dos costumes e buscamos uma transformação do Brasil de ponta a ponta, passando tanto pela questão econômica, cultural, educacional e pelo do desenvolvimento, principalmente do Estado do Rio Grande do Sul, haja vista que estamos, nos últimos anos perdendo muita força principalmente para os Estados vizinhos.”

BRASIL EM 10º LUGAR

Explica o pré-candidato à deputado federal pelo PL, que o Rio Grande do Sul já foi talvez um dos carros-chefe do Brasil, hoje caiu para 10º lugar quando se trata de questões de economia, educação e de praticamente todos os índices. “O RS é um Estado muito produtor, mas que por falta de investimentos não temos uma cultura, por exemplo, de valor agregado, onde exportamos as nossas commodities e não produzimos. Aqui exportamos a nossa lã e depois compramos muito mais caro as nossas roupas e assim por diante. As oportunidades que têm surgido aqui no RS no sentido de nossos jovens estarem estudando aqui e exportando sua mão de obra qualificada para outros Estados, ocorre exatamente porque nosso Estado tem ficado para trás, principalmente com o aumento de impostos. Temos um ICMs diferenciado e falta de incentivo, principalmente para as empresas para construção de emprego, renda, dignidade da pessoa humana no sentido de baixar os benefícios sociais e o Rio Grande do Sul voltar a ser protagonista no Brasil como Estado produtor.”

BRASIL ESTÁ DESTRUÍDO

No entendimento de Rony Gabriel, “o Brasil está destruído. Hoje ele é governado por um governo sem nenhum tipo de moralidade, com um presidente que já esteve envolvido em tantos casos de imoralidade no passado e que agora, neste governo, voltam a acontecer casos de corrupção, como Banco Master, INSS, enquanto que no governo Bolsonaro o pior que se falava era uma oportunação de baleia, ou um cartão de vacina. Os escândalos voltaram junto com o atual governo. Não há responsabilidade fiscal fazendo com que as taxas de juros fiquem extremamente elevadas, acabando com o poder de compra do brasileiro com a possibilidade de tomar empréstimo. Com o aumento das taxas de juros o investidor termina deixando seu dinheiro parado nos bancos ao invés de investir nas empresas para gerar emprego. E com essa questão as pessoas não querem trabalhar porque estão recebendo mais benefícios sociais do que aquelas com carteira assinada. São 45 milhões de pessoas no Bolsa Família, enquanto temos 39 milhões com carteira assinada e principalmente os Estados do Sul ainda sendo produtores pagando impostos. No Rio Grande do Sul, de cada cem reais produzidos aqui recebemos de volta apenas 19 reais. Enquanto isso, outros Estados, principalmente do Nordeste que estão com todos os índices atrasados, principalmente Educação e Segurança, estamos sustentando isso ou seja: existe uma injustiça não somente fiscal no Brasil, havendo uma questão completamente moral que é preciso ser resolvida em nosso país que é a questão da corrupção.”
MUDANÇA GRADATIVA

Na conjuntura em que o Brasil se encontra hoje – afirma o entrevistado – a mudança é gradativa. “Hoje a nossa luta no espectro da direita é porque venhamos a ter uma maioria no Senado e na Câmara Federal e temos também o Flávio Bolsonaro que é pré-candidato a presidente e que vem com esse projeto de diminuição de impostos, trabalhando mais a dignidade da pessoa humana através do melhor programa social que é o emprego, com um projeto de desestatização do Brasil, entregando para a iniciativa privada, que são nossas riquezas e que é o pessoal que produz. Por isso, temos um projeto em nível de Brasil hoje e que se chama Projeto de Resgate do nosso País.”

POLO DA RAPADURA

Sobre a intenção de empresários do setor de alimentação que pretendem tornar Santo Antônio em um Polo da Rapadura, Rony disse ter estado na empresa DaColônia. “E algo que ouvi lá, é que há necessidade da busca de mão de obra em outras cidades. O grande impacto que causa essa falta de mão de obra é aquilo que já venho dizendo: é a alta quantidade de benefícios dados pelo Governo. Eu ouvi isso de empresários não somente nessa empresa, mas se houve em quase todas as empresas que estamos visitando no RS. Busca-se o empregado para fazer entrevista, mas ele não quer que assine a carteira, porque prefere continuar recebendo aquela bolsa e continuar fazendo bicos. E qual o empresário que vai querer contratar um empregado sem carteira assinada, e ainda correndo o risco de sofrer uma ação trabalhista.”

A SOLUÇÃO

Destaca Rony que se houver uma diminuição nos benefícios sociais, investindo principalmente na ação básica em escolas técnicas, haverá aumento da mão de obra e em consequência, haverá aumento da produtividade, das vendas e da arrecadação de impostos para melhorar as estradas, educação e saúde do município e os recursos ficam aqui. “Quando não há esse tipo de incentivo, as empresas buscam outras alternativas, ou em grandes centros onde vai encontrar um pouco mais de mão de obra, ou muitas vezes em evasão fiscal e quem perde com isso é o Rio Grande do Sul, a região e o próprio povo. Essas questões têm que ser mudadas infelizmente de cima para baixo lá em Brasília, com uma reforma estrutural completa da forma em que estamos tratando a nossa economia de governo”, conclui o vereador e pré-candidato a deputado federal pelo PL, migrando para o PODEMOS, Rony Gabriel.

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