O Museu Caldas Júnior realizou, na tarde desta terça-feira, 25 de novembro, a gravação do 13º episódio do projeto Resgatando Memórias – Comunidades, desta vez na localidade de Morro Grande, pertencente ao 6º Distrito de Santo Antônio da Patrulha. A iniciativa tem como propósito registrar e preservar as memórias de moradores que viveram e contribuíram diretamente para o desenvolvimento das comunidades rurais do município.
A gravação ocorreu na residência do casal Antônio Silveira Rodrigues e Eva Cerini Rodrigues, que acolheu a equipe do Museu e os convidados para uma tarde de relatos, lembranças e fatos que compõem a história local. Participaram como convidados: Jorge Januário Silveira dos Santos, 71 anos; Januário Oliveira dos Santos, 70 anos; Antônio Silveira Rodrigues, 67 anos; Nara Goretti dos Santos, 64 anos; Solange dos Santos, 63 anos; e Eva Cerini Rodrigues, 58 anos.
A mediação da entrevista foi conduzida por Carla Cunha, servidora do Museu, enquanto a gravação e captação de imagens ficou a cargo de Daniel Ricardo. O presidente da Fundação, Rafael Barcela, acompanhou a ação, reforçando o compromisso institucional com a preservação da memória patrulhense.
Um projeto que percorre o município
Além de Morro Grande, o Resgatando Memórias – Comunidades já registrou histórias em diversas localidades, como Monjolo, Agasa, Catanduva Grande, Canto dos Guilhermes, Costa da Miraguaia, Tapumes, Montenegro, Vila Palmeira, Arroio da Madeira, Pinheirinhos, Chicolumã e Boa Vista.
O Museu também desenvolveu sete edições especiais do projeto, incluindo: Técnicas Artesanais Antigas, Ex-Prefeitos, Re-conhecendo a História da Casa Museu, Servidores Públicos Municipais Aposentados, Hermógenes Gomes Silveira: 60 anos levando informação com paixão, e a História da Noiva da Lagoa, narrada pela cunhada Ingrid Emmer.
Todo o material gravado integra o acervo permanente do Museu Caldas Júnior e está disponível gratuitamente no site do Museu (bit.ly/museusap), YouTube da Prefeitura de Santo Antônio da Patrulha e redes sociais oficiais.
“Registrar a história de quem viveu e construiu nossas comunidades é fortalecer o patrimônio imaterial e valorizar a identidade patrulhense. É dar voz à história de cada comunidade, permitindo que suas memórias permaneçam vivas e acessíveis ao público, garantindo preservação permanente para as futuras gerações”, conclui Rafael Barcela, presidente do Museu.