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Usuários afirmam que saque emergencial do FGTS foi retirado por outras pessoas

Usuários afirmam que saque emergencial do FGTS foi retirado por outras pessoas

Uma denúncia que chegou ao conhecimento da reportagem sobre o saque emergencial do Fundo de Garantia, autorizado pelo Governo Federal no valor de R$ 1.045,00, dá conta de que esse valor teria sido sacado indevidamente por outras pessoas. Confirmando-se isso, trata-se de fraude e o gerente da Caixa Econômica Federal pede a quem se sentiu lesado, que entre em contato com a agência.
Conforme Luiz Fernando, no caso da retirada desse valor por parte do usuário do Fundo existem duas situações:
O valor ficou disponível nas contas até 30 de novembro último. Após aquele prazo, o governo determinou o retorno para o FGTS de cada um.
Em segundo lugar, quem foi depois do dia 30 na Caixa e constatou que o valor não mais se encontrava na conta, deve entrar no aplicativo da Caixa, para fazer a solicitação e assim, a quantia poderá ser sacada. Mas isso vale apenas para o auxílio emergencial. O FGTS do usuário permanecerá em sua conta e só pode ser sacado nas ocasiões já previstas em lei.
QUANDO O FUNDO PODE SER SACADO
Demissão sem justa causa, pelo empregador, término do contrato por prazo determinado, rescisão por falência, falecimento do empregador individual, empregador doméstico ou nulidade do contrato, rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior, aposentadoria, necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido, por meio de portaria do Governo Federal, suspensão do Trabalho Avulso, falecimento do trabalhador, idade igual ou superior a 70 anos, portador de HIV – SIDA/AIDS (trabalhador ou dependente), neoplasia maligna (trabalhador ou dependente), estágio terminal em decorrência de doença grave (trabalhador ou dependente), permanência do trabalhador titular da conta vinculada por três anos ininterruptos fora do regime do FGTS, com afastamento a partir de 14/07/1990, permanência da conta vinculada por três anos ininterruptos sem crédito de depósitos, cujo afastamento do trabalhador tenha ocorrido até 13/07/1990, inclusive, aquisição de casa própria, liquidação ou amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional.
Existem ainda outras situações que estaremos veiculando na edição da próxima semana.