Eva Catelli novamente refém de assaltantes | 2M Notícias

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Eva Catelli novamente refém de assaltantes

Eva Catelli novamente refém de assaltantes

Três indivíduos, um dos quais utilizando uma meia de nylon na cabeça para não ser reconhecido, invadiram, na noite de quarta-feira (28), a Funerária Catelli, localizada na Rua Francisco J. Lopes, tomando como refém a empresária que dirige a empresa.

Eva Catelli foi forçada a se dirigir, sob a mira de revólveres, até o apartamento, onde os bandidos reviraram tudo a procura de dinheiro.

Dona Eva, que pela terceira vez é vítima de assaltantes, sustentou só ter em casa cerca de mil reais. Não contentes com o que ela afirmava, eles a levaram cativa na própria caminhonete da funerária até a estrada de Morro Grande, onde a agrediram com violência no rosto e cabeça para forçá-la a dizer onde havia mais dinheiro.

Com ela, os assaltantes levaram, também, cerca de cinco pessoas que estavam tratando com a empresária os detalhes do funeral de uma menina que morrera, naquela tarde, vítima de afogamento.

Mais tarde, vendo que ela estava falando a verdade, a libertaram, bem como os demais reféns naquela estrada.

 

Localização

 

Paulinho, filho de dona Eva, estava em Osório providenciando o translado do corpo da menina para ser velado. Nesse meio tempo, ligou oito vezes para o celular da mãe, que não atendeu. Preocupado, avisou sua irmã, que foi até o prédio e viu que as luzes estavam acesas e a porta do apartamento trancada, necessitando ser arrombada. Ela se deparou com o quarto em total desordem e avisou imediatamente a Brigada Militar. O local foi isolado para a perícia.

A Brigada Militar localizou as vítimas à beira da estrada e as transportou até a sede do município. Eva, bastante machucada, foi levada ao Hospital Santo Antônio, onde foi medicada.

A seguir, os familiares decidiram levá-la para a casa de parentes fora do município, para que ela pudesse se recuperar.

 

 

Investigações

 

A Polícia Civil, sob determinação do delegado Juliano Aguiar de Carvalho, iniciou as investigações e a primeira providência foi chamar o Instituto Geral de Perícias para fazer um levantamento técnico do local onde a vítima mora, bem como da caminhonete utilizada pelos assaltantes para levar os reféns.

 

TEXTO/FOTO: Hermógenes Silveira



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