Péssimas condições em escolas africanas comove patrulhense: Beto Migliavaca decide reconstruir escolas sem cobrar nada do governo daquele país | 2M Notícias

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Péssimas condições em escolas africanas comove patrulhense: Beto Migliavaca decide reconstruir escolas sem cobrar nada do governo daquele país

Péssimas condições em escolas africanas comove patrulhense: Beto Migliavaca decide reconstruir escolas sem cobrar nada do governo daquele país

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“Minha vida é muito boa e nada tenho a reclamar. Agora quero dar de volta um pouco do que aprendi.” Com essa afirmação o patrulhense Roberto Migliavaca define o que está fazendo para diminuir um pouco, as dificuldades de quem quer ter um futuro melhor em boas condições, a começar por uma boa escola. E ele não viu isso aqui no Brasil, mas em Moçambique, um dos países mais pobres da África, onde ficou penalizado com o sacrifício que as crianças enfrentam para frequentar uma escola do ensino fundamental.
Ocorre que a “escola”, onde elas estudam, na sua maioria não passa de uma choupana, apenas com cobertura de palha santa-fé, uma mesa precária e bancos que são tábuas sobre latões.
E a escola secundária mais próxima fica a três horas e meia da cidade onde ele está atualmente, e as crianças, caso queiram frequentá-la, são obrigadas a percorrer esse percurso sob um sol escaldante de 45 graus, porque não existem veículos.
Ele, que se dedica à construção, tomou uma decisão: reformar as escolas que puder. Uma delas já está pronta. Mas para as outras, precisa de apoio financeiro. E foi com essa finalidade que ele retornou a Santo Antônio há poucos dias para buscar ajuda, já estando com viagem marcada de volta à África no fim deste mês.

COMO TUDO COMEÇOU

Beto tem em seu sangue, o espírito aventureiro. Ele conta que já trabalhou em firmas locais e depois em uma empresa em Caxias. Mas, o que desejava mesmo era percorrer o mundo. Foi assim, que viajou para a Austrália onde morou durante três anos, e depois foi para os Estados Unidos onde residiu durante quatro anos.
Foi nesses dois países que sua situação financeira mudou da noite para o dia. Porém, o espírito irrequieto não o deixou ficar num mesmo lugar por muito tempo. E assim continuou viajando pelo mundo, adotando uma prática semelhante aos mochileiros.
O único continente que ainda não havia visitado era a África. E foi lá que ele se compadeceu da situação das crianças e dos professores e decidiu contribuir com seu trabalho para melhorar essa situação, já que o governo daquele país é pobre e não tem condições financeiras de reformar todas as escolas.
E para quem deseja ajudá-lo, coloca à disposição o seu número de celular: (51) 99911-5515 e o e-mail: roberto.sap@hotmail.com



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