Novo Coronavírus: Como os empresários fazem para superar a crise | 2M Notícias

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Novo Coronavírus: Como os empresários fazem para superar a crise

Novo Coronavírus: Como os empresários fazem para superar a crise

O comércio tem se ressentido pela crise provocada pelo novo Coronavírus. Mas mesmo assim, a criatividade está sendo posta à prova. Há comerciantes que estão sendo bastante criativos para superar a pandemia. E estão se saindo bem.
No ramo do vestuário o empresário Leopoldo Silva diz sentir a crise, mas por outro lado viu, no segmento das vendas pelo WhatsApp e entregas a domicílio, uma grande saída para essa situação. E sobre o movimento para o dia das Mães, considerando a pandemia que provocou uma queda de 25 por cento nas vendas, mesmo assim o empresário se disse satisfeito pelo movimento verificado.
E durante o tempo de fechamento obrigatório do comércio, afirmou que o sistema adotado para superar a crise surpreendeu pela boa procura por parte dos clientes.
Como o tempo é de máscaras, sua loja vendeu muitos tecidos e elástico para as costureiras que continuam envolvidas na confecção desse utensílio obrigatório para esta época. Resumindo: seguindo todas as determinações, as vendas da loja Dois Irmãos foram e continuam sendo boas.
CALÇADOS
O empresário Valdeci Lino da Cunha vendeu bem no Dia das Mães. Ele explica que mesmo tendo a loja de Porto Alegre fechada temporariamente em função do decreto da prefeitura da Capital, as demais lojas da Mundi A Primavera (Santo Antônio, Igrejinha e Gravataí), na véspera do Dia das Mães venderam bem, se for levado em conta os 40 dias em que estiveram fechadas. O volume de vendas gira em torno de 50 a 60 por cento do que o verificado no ano passado. Mas Valdeci destaca que se as lojas permanecem fechadas na véspera do Dia das Mães, o prejuízo seria muito grande.
Ele destacou um fato que o surpreendeu: Nos 40 dias de fechamento, as vendas pelos aplicativos WhatsApp e Instagram venderam muito bem e o empresário reconhece que não imaginava que isso pudesse acontecer. Outro fator foi que, como ele trabalha com vendas em dez vezes, constatou filas na frente das lojas com os consumidores buscando pagar os seus carnês e isso foi fundamental para saldar os compromissos das suas empresas e por isso, agradece a compreensão dos consumidores. Sobre os pedidos para renovação de estoque das lojas ele afirma que os cancelamentos foram o mínimo possível e que entende a difícil situação em que as indústrias calçadistas vivem em função da pandemia.
Não houve demissões dos seus funcionários, porque num primeiro momento, aproveitando o auxílio do governo, concedeu férias coletivas. E após esse período reorganizou a vida de suas lojas sendo que em Santo Antônio que tem 15 colaboradores, buscou trabalhar em dois turnos para que não ocorram demissões. Ele afirma que tem uma equipe muito boa e que tudo fará para evitar dispensas.
Valdeci tem uma grande preocupação: como a situação vai ficar daqui há 90 dias, quando termina o prazo de seguro-desemprego de trabalhadores, especialmente das fábricas e que foram demitidos e o período do auxílio do governo. A expectativa é de que comece a haver reação na economia para evitar um agravamento da situação.
Mas há um aspecto que o empresário deixa bem claro: cuidar primeiro da saúde de todos porque esse é um bem inegociável. A esperança é de que a pandemia seja declarada extinta e que a recuperação da economia comece a acontecer de forma imediata.




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