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Figuras folclóricas que a cidade não esqueceu

Figuras folclóricas que a cidade não esqueceu

Em toda a cidade, sempre há aquelas figuras que são folclóricas que já faleceram ou que ainda convivem entre nós.
Em Santo Antônio da Patrulha temos vários personagens, como lembrou o radialista Arli Correa em sua página no Facebook.
TIO BRITO
Os mais antigos certamente lembram do lendário Tio Brito. Um preto velho que circulava pela cidade com um grande saco nos ombros, onde havia ervas de todo o tipo. Era uma figura folclórica e um quase curandeiro porque ele tinha chá pra tudo.
E pela idade que tinha, certamente nasceu nos últimos tempos da Escravidão. Fala mansa, boa pessoa, ele era visto sempre à pé pela cidade. Hoje ele é lembrado, pois tem seu nome dado a uma rua localizada no Bairro Madre Tereza.
HOMEM DOS CACHOS
Ainda de tempos mais antigos, temos a figura do famoso Homem dos Cachos. Sempre com cabelos dispostos em duas tranças, ele era visto com mais frequência na época de finados no cemitério da cidade.
PEPINA & CIBA
Duas outras figuras folclóricas foram as do Ciba e Pepina, pessoas que viveram na década de 60 e que também eram vistas diariamente pelas ruas.
Também da mesma época temos a figura do Graxaim, outro personagem que marcou a vida da cidade. Sempre à pé, ele era visto diariamente na cidade. Mas tendo dificuldades com a bebida, sempre procurava vender alguma coisa para se manter. Contam que sua história começou quando teria, na juventude, sendo menosprezado por uma moça de quem era apaixonado. Tanto que, quando chegava à Rádio Itapuí, pedia que rodassem para ele uma música de Tonico e Tinoco e que certamente lembravam sua desilusão amorosa, o que o fazia chorar copiosamente.
VILMINHO
Outra imagem que despertam boas lembranças na cidade é a do famoso Vilminho. Com séria deficiência visual, ele, mesmo assim, era um apaixonado torcedor do seu Grêmio, tendo sempre consigo um inseparável radinho de pilha. Morreu ao perder o equilíbrio, caindo de uma ponte. A péssima visão foi a causadora de sua morte.
ZÉ ANTÔNIO
Não menos folclórico foi Zé Antônio, uma pessoa simples, como todos os demais e que sempre estava pela cidade.
NEGA CRISTINA
Até hoje a Nega Cristina continua sendo lembrada. Figura carismática, nunca tendo feito mal a ninguém ela gostava de circular pela cidade sempre bem arrumada. Teve morte trágica: foi encontrada caída em uma pedreira e até hoje não se sabe se foi morte acidental, ou proposital.
SAIÃO
Outro personagem que marcou época foi Saião. Era visto sempre pedalando uma bicicleta.
TIMADA
Foi outra figura histórica. Morava no Bairro Madre Tereza e sempre era vista circulando pela cidade com uma cesta recebendo carinho e alimentos da comunidade.
ZEQUINHA
Morou a vida inteira na Cidade Alta numa casinha que construiu na frente do cemitério.
MAIS LEMBRANÇAS
Adão Xeroski: tinha luva em uma das mãos, dizem, para impedir que o forçassem a dar sua aposentadoria para outros.
Russo: vendia amendoim torradinho e veio quando novo, da antiga União Soviética.
Gasparzinho: outra figura folclórica que nunca causava mal a ninguém.
Dodô Raposa: como afirma um internauta, vendia bergamotas.
Houve outros personagens que, num momento ou outro da nossa história, viveram na cidade deixando histórias as mais variadas sobre suas vidas.
Boa parte dessas recordações foram repassadas por internautas.




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