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CPERS Sindicato promove plenária em Santo Antônio da Patrulha

CPERS Sindicato promove plenária em Santo Antônio da Patrulha

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Reforma da Previdência e questão salarial em evidência

O CPERS-Sindicato promoveu no final da tarde de quinta-feira (28/02), uma plenária no salão de atos do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santo Antônio da Patrulha para debater dois pontos importantes: a reforma da Previdência e o reajuste salarial da categoria. O evento teve a presença da presidente estadual Helenir Aguiar Schurer e da diretora do 13º Núcleo professora Marli Aparecida de Souza.

Conforme a presidente as plenárias têm como finalidade um estudo sobre a reforma previdenciária que atinge professores, alunos, já que, caso seja aprovada, fará com que os professores tenham que trabalhar 40 anos para terem cem por cento quando se aposentarem. “Trata-se de uma grande preocupação de nossa parte e estamos discutindo quais as ações a serem interpostas para que isso ocorra”, disse a professora Helenir.
Ela frisa que a categoria já está bastante sofrida, com um piso de R$ 630,00 para 20 horas e R$ l.260,00 para 40 horas. Ela lembra que na Alemanha, é onde os mais altos salários são pagos aos professores, e no Japão, o professor é o único profissional para quem o imperador se curva. “Já no Brasil, parece que o professor é considerado o inimigo número um da Nação”, critica.
Conforme o advogado Marcelo Oliveira Fagundes da assessoria jurídica do CPERS-Sindicato, “a reforma veio com muito peso para cima das professoras, mas vai pegar todo mundo. Quem está entrando agora, quem está para se aposentar e até quem já está aposentado, vai ser afetado”.

QUESTÃO SALARIAL
Na plenária também foi discutida a questão salarial, porque a entidade deverá agora conversar com o governador Eduardo Leite para tentar uma solução para que os professores não fiquem ainda mais prejudicados do que já estão, conforme destaca a presidente do sindicato dos professores do Rio Grande do Sul.

HINO NACIONAL
Manifestando-se sobre a obrigatoriedade de ser cantado o Hino Nacional nas escolas, ela concorda com a medida, julgando-a interessante.
“Mas o que não concordamos de maneira alguma, é de ler uma carta do Ministro em que ele elogia o governo, afirmando que estamos em uma nova era no país, querendo impor que os alunos cantem o slogan de campanha do atual presidente, pois trata-se de um crime que configura improbidade administrativa”, finaliza a presidente do Centro dos Professores.



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