Coincidência: Em cinco anos, no mesmo mês, dois ônibus tombam: um na ERS-030 e outro na freeway | 2M Notícias

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Coincidência: Em cinco anos, no mesmo mês, dois ônibus tombam: um na ERS-030 e outro na freeway

Coincidência: Em cinco anos, no mesmo mês, dois ônibus tombam: um na ERS-030 e outro na freeway

Em seis de janeiro de 2015, à tarde, um ônibus da Unesul tombou na ERS-030 em Glorinha, causando a morte de oito pessoas.
Há cinco anos, a Folha Patrulhense estampava manchete na capa sobre a tragédia que enlutou várias famílias.
Cinco anos depois, em 12 de janeiro deste ano, outro coletivo tombou na freeway km 25, transportando 47 pessoas. Desta vez houve feridos, porém, felizmente, sem nenhum óbito.
O que chama a atenção foi a coincidência de datas: os dois acidentes ocorreram no mesmo mês.
O site Olhar Gravataí divulgou no dia 07 de janeiro deste ano, matéria lembrando sobre o que ocorreu e que providências foram tomadas desde então:
TRAGÉDIA DO UNESUL NA GLORINHA COMPLETA 5 ANOS. O QUE ACONTECEU?
Era uma terça-feira de verão pleno, 06 de janeiro de 2015. Por volta das 14h30min, o ônibus da linha Unesul POA-Tramandaí tombava em uma curva do km 19 ERS-030, região de Glorinha. A cena para quem se aproximava retratava uma tragédia. Socorristas, ambulâncias, helicópteros e população voluntária ajudavam do jeito que dava. Passadas as horas e os dias a trágica contagem: 8 mortos, 4 passageiros sobreviventes com mutilações e 33 feridos.
Após cinco anos, o assunto caiu no esquecimento sem ser lembrado pela mídia.
De fato, após o acidente, uma perícia revelou que o ônibus tombou a uma velocidade de 102 km/h em uma curva limitada a 60 km/h. O delegado, Anderson Spier, que concluiu o inquérito, enquadrou o motorista por homicídio culposo. Entendeu que o motorista não teve a intenção de matar ao dirigir acima da velocidade.
O motorista, de início, não foi demitido da Unesul Transportes. A empresa entendeu que era necessária esperar provas da imprudência do motorista e o colocou em tratamento psicológico.
Em 2018, a Justiça negou ao motorista o direito de se aposentar por invalidez. Ele alegava ter estresse pós-traumático e não ter condições de trabalhar. O INSS o considerou apto ao trabalho.
Vítimas do acidente, conforme informações colhidas receberam assistência médica e psicológica da Unesul. No entanto, outras indenizações, pensões e próteses exigiram paciência e muitas idas e vindas a Tribunais. Pelo que conseguimos acompanhar as vítimas acabaram sendo indenizadas apesar da Unesul recorrer diversas vezes.”




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