Deic acredita que sequestrador mantinha farmácias de fachada em Gravataí | 2M Notícias

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Deic acredita que sequestrador mantinha farmácias de fachada em Gravataí

Deic acredita que sequestrador mantinha farmácias de fachada em Gravataí

A delegacia de Roubos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (deic) investiga se as duas farmácias mantidas pelo sequestrador preso em Canoas serviam para lavagem de dinheiro. Os estabelecimentos seriam de Felipe Rodrigues da Silva, 33 anos, suspeito de ser um dos maiores sequestradores do Rio Grande do Sul. Ele foi preso na quarta-feira, quando andava tranquilamente pelas ruas centrais de Canoas.

De acordo com o delegado Joel Wagner, Felipe mantinha uma base de operações na região de Morungava, por ser mais afastada da região central de Gravataí. Ele revelou que a polícia vai investigar se as duas farmácias que ele mantinha foram ou não adquiridas com o dinheiro do crime e se serviam para lavagam de dinheiro. “A possibilidade de serem usadas para lavagem de dinheiro ainda está sendo investigada pela polícia”, disse.

Rafael era considerado foragido e tinha seis mandados de prisão em várias cidades gaúchas. Os crimes são de sequestros de bancários e empresários. Ele era um dos procurados pelo sequestro do prefeito de Mostardas, ocorrido em dezembro do ano passado. Na ocasião do estouro do cativeiro, houve troca de tiros, prisões e morte de um dos sequestradores. Ele também é investigado pelo envolvimento em outros sequestros desde o ano passado em Encruzilhada do Sul, Triunfo e Gravataí. Sequestros

De acordo com a polícia, a quadrilha realizou pelo menos seis sequestros e teve várias tentativas frustradas no ano passado. Dentre as tentativas frustradas pela delegacia de Roubos, estavam empresários em Santo Antônio da Patrulha e Gravataí. E por falar em Gravataí, nacidade fizeram refém a esposa de um empresário, mas sem pagamento de resgate. Em outro caso, em Encruzilhada do Sul, sequestraram mulher e filhos de outro empresário, além de outro caso em Triunfo.

Texto: Patricia Mello