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Prefeito Daiçon faz apelo aos patrulhenses para que se cuidem

Prefeito Daiçon faz apelo aos patrulhenses para que se cuidem

O prefeito de Santo Antônio da Patrulha, Daiçon Maciel da Silva fez um pedido aos patrulhenses durante entrevista ao programa Estúdio Aberto da Rádio Itapuí nesta quarta-feira (08). Em tom de desabafo o prefeito disse que ainda falta conscientização da população sobre os riscos da pandemia e afirmou que, se medidas não fossem adotadas ainda em março, a situação poderia ser muito pior.
O prefeito lembrou que a previsão era de que o pico seria em abril e que por isso, ainda em março diversas medidas foram adotadas. Ele disse que havia dois caminhos a seguir: cruzar os braços, ficando omisso, tendo na consciência a perda de muitas vidas. Ou fazer aquilo que tinha que ser feito. “Construímos a Unidade Sentinela, contratamos mais médicos, conquistamos a ampliação de novos leitos com respiradores no hospital, levamos alimentos e medicação a quem mais precisa com a criação do Comitê da Solidariedade, intensificamos a fiscalização e tentamos organizar a cidade para saber se prevenir contra o vírus. Estamos fazendo tudo o que está ao nosso alcance”.
Daiçon aproveitou para explicar sobre a falta de medicamento em todo país nas UTIs. Conforme o prefeito, estes medicamentos que são comprados pelos hospitais, estão em falta no mercado há muitas semanas. O que agrava a situação. Ele explica que compete ao Ministério da Saúde regular o mercado para que não haja desabastecimento. “Trata-se de um problema de distribuição nacional, sem que os municípios possam interferir. Com a Amilinorte estamos fazendo vários esforços, junto ao Ministério Público, aos governos, à sociedade civil, a todos que possam nos ajudar. Mas, a onda chegou e chegou com força. Nossas UTIs estão perto da lotação total, centenas de profissionais da saúde, verdadeiros heróis que estão na linha de frente desta batalha, estão afastados por contaminação ou por suspeita, o nível de contágio está muito acelerado na região e em nossa cidade não é diferente”.
O prefeito lembrou o impacto desta situação na economia, pois com o crescimento do contágio crescem também as restrições. Portanto, se não queremos mais estabelecimentos fechados e desempregos temos que seguir o distanciamento.
Por fim, ele clama pelo cuidado com a vida. “Os óbitos dos boletins são muitos mais que números, são pessoas que perdemos nessa batalha. E já foram alguns, quatro aqui em Santo Antônio. Não deixe que o próximo seja alguém da sua família ou próximo a ti. Não há vacina, não há remédio para cura. Diminuir o número de contatos com outras pessoas é a melhor forma de reduzir a velocidade de contágio e também o número de pessoas que precisarão de UTIs. Faça sua parte: se puder, fique em casa! Se precisar sair, use máscara e higienize as mãos”, disse.




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