No feriadão de Natal, Litoral registrou mais 19 mortes atribuídas ao Covid. Duas delas em SAP e uma em Caraá | 2M Notícias

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No feriadão de Natal, Litoral registrou mais 19 mortes atribuídas ao Covid. Duas delas em SAP e uma em Caraá

No feriadão de Natal, Litoral registrou mais 19 mortes atribuídas ao Covid. Duas delas em SAP e uma em Caraá

O COE da 18ª CRS divulga o Boletim Coronavírus n° 180/2020 e informa que o Litoral Norte possui 21.882 casos confirmados.

Durante o feriado foram notificados 19 novos óbitos (3 em Capão da Canoa e Tramandaí, 2 em Balneário Pinhal, Osório e Terra de Areia, e um em Caraá, Cidreira, Mostardas, Santo Antônio da Patrulha, Três Cachoeiras e Xangri-lá), totalizando 386.

Com a alta taxa de incidência do Litoral Norte informamos que em apenas 28 dias já foram confirmados 6.544 casos e 107 óbitos; valor este 49% superior ao mês de novembro.

Há 2.242 pessoas com a doença ativa e 112 pacientes internados.

A taxa de ocupação das UTIs adulto da região está em 87%.

CARAÁ

A Prefeitura Municipal de Caraá informa através da Secretaria de Saúde o 11˚ óbito em nosso município relacionado à Covid-19. Trata-se de um homem de 40 anos que estava internado em leito clínico com outras comorbidades.

Conforme a enfermeira Bianca Govea, coordenadora do Comitê de Enfrentamento ao Covid-19 em Caraá, há sete casos suspeitos mediante coleta, três em isolamento por síndrome gripal, 45 casos monitorados, 694 casos descartados, 320 casos confirmados, 297 curados, uma internação em leito clínico e agora onde mortes.

FALTA DE INTERESSE

O que mais chama a atenção é o fato de muita gente não dar a menor importância aos alertas de utilização de máscaras, higienização das mãos e distanciamento social. O resultado aí está: os casos confirmados aumentando diariamente e as mortes, infelizmente, continuando a acontecer. Um médico ouvido hoje pela reportagem da FOLHA PATRULHENSE confirmou o que já vem sendo insistentemente divulgado: se as pessoas não seguirem essas recomendações, a situação só irá se agravar. E alertou: em fevereiro e março a situação poderá ficar ainda pior.



Profissional atuando há 50 anos no jornalismo.