Gerente da CEEE explica como foi o trabalho pós-ciclone bomba | 2M Notícias

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Gerente da CEEE explica como foi o trabalho pós-ciclone bomba

Gerente da CEEE explica como foi o trabalho pós-ciclone bomba

A ocorrência em todo o sul do país do ciclone bomba, terminou atingindo todo o Litoral Norte e não foi diferente em Santo Antônio da Patrulha.
Conforme o gerente local Gilson Giovani da Silva, na madrugada de quarta-feira foi intensa a movimentação da equipe local, mas em poucas horas, foi normalizado o fornecimento de luz dentro da cidade de Santo Antônio, o que só foi possível por não ter ocorrido queda de postes no centro, pois a maioria é de concreto.
No entanto, o interior foi bastante atingido, sendo grande parte das ocorrências de queda de galhos de árvores sobre a rede.
Gilson afirma que, diferentemente de ocasiões anteriores, a equipe local não pode ter o reforço costumeiro de pessoal da gerência de Osório, porque todos os municípios foram afetados e as equipes tiveram um trabalho intenso.
A situação que demorou mais a ser normalizada, foi a da região de Monjolo e Evaristo, onde aconteceu queda de poste.
CRÍTICAS INJUSTAS
O gerente lamentou postagens em redes sociais criticando a Companhia, explicando que as pessoas certamente não tinham conhecimento do trabalho intenso dos operários da CEEE que se revezaram dormindo poucas horas, pois o interesse sempre foi o de normalizar o fornecimento o mais rapidamente possível.
Ele reconhece que todos querem ver a situação normalizada no menor espaço de tempo possível, mas pede a compreensão nesses casos porque tudo é feito, quando essas ocorrências são verificadas, para devolver a necessária normalidade a todos os milhares de consumidores.
NADA PARECIDO
Nos últimos anos jamais foi vista situação climática semelhante e que tenha afetado toda a região.
Gilson adianta que equipes da CEEE continuaram trabalhando sábado e domingo, inclusive em Caraá, até que toda a situação fosse normalizada.
Trabalhadores tiveram que, em certos momentos, entrar dentro da água com temperaturas extremamente baixas, para conseguir consertar redes que foram danificadas pelo temporal.
Destaca o gerente que as pessoas não imaginam a grande tensão, porque passam esses trabalhadores, pois geralmente trabalham embaixo de redes de 15 mil volts, sendo que qualquer descuido pode provocar um acidente fatal.




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