Cachoeirinha registra terceiro homicídio em menos de uma semana | 2M Notícias

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Cachoeirinha registra terceiro homicídio em menos de uma semana

Cachoeirinha registra terceiro homicídio em menos de uma semana

por Dijair Brilhantes

Violência, terror e muito sangue, estes foram as marcas deixadas no segundo caso de homicídio registrado em Cachoeirinha em 2015.

Na madrugada de ontem, duas motocicletas invadiram um sítio localizado na Avenida Frederico Augusto Ritter, 6098, no Bairro Distrito Industrial, em Cachoeirinha,  e assassinaram dois dos três jovens que residiam na casa.

As vítimas, Lucas Fernando da Silveira, 24 anos e Fagner Bortoli Barcelos, 17 anos, foram alvejados por diversos tiros.

Segundo J.S.V. 15 anos, o único sobrevivente, disse que ele estava dormindo na casa com os outros dois amigos, quando ouviu o barulho das duas motocicletas chegando, nelas quatro indivíduos encapuzados e armados. Ao subirem até o segundo andar da residência os assassinos pediram para que as vítimas descessem para o andar de baixo, quando J. se preparava para descer foi orientado a permanecer no quarto.

“Eles me disseram, a “bronca” não é contigo”, disse em seu depoimento.

Quando voltou ao quarto escutou diversos tiros. Após ouvir os disparos, e os homens irem embora J. desceu e encontrou os amigos ensanguentados e já sem vida na cozinha da casa.

Possível acerto de contas

Segundo o delegado Newton Martins, titular da 2º Delegacia de Polícia Civil de Cachoeirinha, possivelmente o caso seja um acerto de contas do tráfico. “Todos os indícios nos levam a crer que se trata de uma execução ligada a dividas do tráfico de drogas” esclareceu.

Um morador da região que preferiu não se identificar diz que eram frequentes as festas raves no sítio onde ocorreu o crime. “Eu conhecia os guris, eles teriam um ponto de drogas no Bairro Fátima” disse homem.

Antecedentes

Lucas Fernando da Silva Ferreira tinha antecedentes criminais por tráfico, posse de entorpecente e furto de veículo. Fagner Bortoli Barcelos possuí antecedentes  por roubo a pedestre, e J.,  possuí antecedentes policiais por receptação porte ilegal de arma de fogo.

O local ficou isolado até o início da manhã para realização do trabalho da perícia.  A investigação ainda não tem pistas do autores do crime.




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