Parceria entre Hospital Dom João Becker e Rotary Club vai ajudar a salvar vida de bebês | 2M Notícias

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Parceria entre Hospital Dom João Becker e Rotary Club vai ajudar a salvar vida de bebês

Parceria entre Hospital Dom João Becker e Rotary Club vai ajudar a salvar vida de bebês

A vida de um recém-nascido, ainda mais o prematuro, depende fundamentalmente do leite materno. Por isso, campanhas de doação de leite humano são cada vez mais frequentes. O Hospital Dom João Becker, da Santa Casa de Misericórdia, firmou parceria com o Rotary Club para auxiliar na logística de coleta de leite nas doadoras de Gravataí. As mamães que possuem excedente e queiram ajudar a salvar vidas de bebês já podem contatar pelo fone (51) 3214-8284 para doar.

“Muitas vezes as mães não conseguem, nos primeiros dias do nascimento, ter uma produção láctea suficiente para suprir as necessidades do seu bebê. Por isso é muito importante a doação de leite materno, pois ele estará complementando a demanda do recém-nascido, proporcionando uma nutrição adequada”, comenta a supervisora do Banco de Leite Humano da Santa Casa (BLH), Cláudia Abreu. Para atender a demanda, o BLH necessita 3,5 litros de leite/dia em média. Atualmente, o volume de doação não passa de 1,2 litros/dia.

A logística de coleta do leite em Gravataí ficará a cargo do Rotary Club, que se encarregará da busca domiciliar.
Após cadastro da doadora e contato telefônico para orientações, o Rotary irá trazer o leite doado para o Hospital Dom João Becker. De lá será encaminhado ao BLH para todo processo de pasteurização e distribuição. “É importante essa parceira com o Rotary e a nossa campanha de estímulo a doação de leite materno. Muitos bebês, não só de Gravataí, mas de todo o Estado, vão poder ser salvos, a medida que mais lactantes venham a doar”, comenta o superintendente do Hospital Dom João Becker, Dr. Antônio Weston.

Quem pode doar

Para ser doadora é preciso estar saudável. Exames como anti HIV, hepatite B e C e Sífilis são solicitados já no pós-parto. Lactantes fumantes ou que se submeteram a transfusão de sangue em até cinco anos não podem doar. No momento do cadastro também é importante listar medicamentos em uso para avaliar compatibilidade com a amamentação.