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GM deve demitir 300 trabalhadores em Gravataí

GM deve demitir 300 trabalhadores em Gravataí
A General Motors deve demitir 300 trabalhadores na fábrica de Gravataí. A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí (Sinmgra), que foi comunicado pela direção da montadora por telefone. O Sinmgra está convocando uma coletiva de imprensa para a manhã da próxima segunda-feira (2/5), onde serão detalhadas as ações que serão tomadas pelo sindicato.
A GM em Gravataí possui cerca de 3.500 trabalhadores no turno diário e mais 825 no terceiro turno, que estão desde dezembro afastados do trabalho em lay-off (sistema de folga remunerada), previsto para terminar neste sábado. A medida foi tomada para tentar readequar a produção à demanda do mercado brasileiro. Em anos anteriores, a montadora chegou a empregar mais de 4,5 mil operários. Hoje, o quadro atual é composto por 3,5 mil.
O presidente do sindicato, Valcir Ascari, explica que os funcionários demitidos pertencem a setores como de pintura, mecânica e montagem. “A crise vem pegando e a montadora noticiou, hoje (sexta), que pretende demitir 300 em layoff”, pontuou. A lista de demitidos também pode chegar aos sistemistas (trabalhadores de lojas que produzem peças para a GM).

Na segunda-feira, Ascari se reúne com lideranças do setor a fim de definir estratégias para buscar reverter as demissões. No início da semana, o Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí realizou uma série de assembleias. Na pauta estava a pauta de reivindicação do Plano de Participação de Resultados (PPR) de 2016.

Em nota, a multinacional sustenta que as demissões decorrem da retração do mercado, que só em 2016 registrou queda, nas vendas de automóveis, de mais de 26%.

 

Confira a nota na íntegra

Em dezembro de 2015, a General Motors iniciou um layoff para cerca de 800 empregados no Complexo Industrial de Gravataí, Rio Grande do Sul. Durante o período do acordo, que encerra no dia 30 de abril , mais da metade destes empregados retornarão ao trabalho pois a esperada recuperação do mercado, infelizmente, não aconteceu. Na realidade, houve queda de mais de 26% nas vendas da indústria apenas nos primeiros quatro meses de 2016.




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