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por Dijair Brilhantes

Na manhã de ontem representantes da Transcal e da Metroplan, reuniram-se com os integrantes do grupo que havia protestado na última quinta-feira, 21, em frente à sede da empresa.

A reunião serviu para informar os moradores sobre as alterações nos horários e itinerários das linhas Granja Esperança – Porto Alegre. Os representantes das empresas comunicaram aos presentes que a partir de hoje, todos os coletivos que saírem ou encerrarem a rota na garagem da Transcal, passarão pelas ruas Espírito Santo e Áustria. De segunda a sexta-feira, dos 38 ônibus que fazem a linha sentido Porto Alegre, passarão por ambas as ruas citadas. Aos sábados 13 das 25 farão o trajeto. Já nos domingos, 10 das 15 linhas atenderão as duas ruas.

Nos dias úteis sentido Capital – Granja, 33 horários 20 deles farão o novo trajeto, nos sábados 11 das 26 linhas e nos domingos, 10 das 15.

A medida tende a suprir a demanda dos moradores da região. “Sempre procuramos mesclar linhas para atender todos os bairros da melhor forma possível, às vezes é preferível fazer que uma linha atenda mais bairros e tenha mais horários, do que diminuir o número de horários”, explica Clíferson Pelisson, gerente operacional da Transcal.

Os moradores solicitaram que estes ônibus estejam identificados para que não haja nenhum tipo de transtorno.

Medida ainda é provisória

Conforme Marcelo Dornelles, Supervisor do Serviço de Atendimento ao Cliente da Metroplan, a medida ainda é provisória. “Quero deixar claro que isso é um teste, vamos analisar os próximos 30 dias, se for preciso voltaremos atrás”, disse Marcelo. “Quem vai nos dar a resposta é a população, se o passageiro achar bom é porque a medida foi correta”, conclui.

Pedro Bessa, diretor da Transcal, disse que a demanda de passageiros é grande em diversos bairros, pois segundo ele muitos utilizam o transporte metropolitano para ir do bairro até o Centro da cidade devido ao custo e a bilhetagem. “Muitos usuários preferem usar o transporte metropolitano porque ele é mais barato e por vezes é devido ao próprio cartão que não é aceito nos ônibus urbanos”, falou o diretor. Sobre um acordo, uma possível negociação para o uso do cartão TEU nos ônibus municipais o diretor foi enfático. “Na licitação dizia que a empresa que fosse atender as linhas urbanas teria que aceitar o sistema de bilhetagem compatível com o metropolitano, mas no contrato não, o porquê eu não sei”, finalizou.