SamuVet em Cachoeirinha | 2M Notícias

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SamuVet em Cachoeirinha

SamuVet em Cachoeirinha

No final de janeiro, iniciou o serviço de ambulância veterinária que recolhe cachorros doentes ou que tenham sido atropelados, conhecido como SamuVet. O município tem o custo de R$ 15 mil por mês, com contrato com a Stanivet de um ano, que pode ser renovado por até cinco anos.

A ambulância recolhe os animais durante 24hs por dia e por enquanto só contempla animais de rua, não de famílias carentes que estejam doentes. Essa extensão deve ser enviada pelo Executivo à Câmara de Vereadores nos próximos meses, mas ainda não há prazo.

Após serem tratados na clínica, os cachorros ficam para adoção. De acordo com a Prefeitura Municipal, esse trabalho emergencial  já era feito, mas agora há uma melhor estrutura para o serviço.

Quem quiser acionar o serviço pode ligar para 3441-4312 durante o dia e para o 153 à noite e aos finais de semana.

Bem-Estar Animal

Em setembro de 2014, foi criado um setor específico na Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) destinado exclusivamente à gestão das políticas públicas que visam melhorar a dignidade dos animais de Cachoeirinha.

As Políticas de Bem-­Estar Animal compreendem um conjunto de ações destinadas a orientar, executar e fiscalizar o cuidado com os animais. Conforme o titular da SMMA, Fernando Medeiros, havia uma grande demanda da sociedade com relação às Políticas de Bem­-Estar Animal. “Nós temos o dever de fomentar o cuidado com os animais junto à população. É uma questão de saúde pública e de preservação do meio ambiente”, acredita o secretário.

Para gerenciar as Políticas de Bem-­Estar Animal, a Secretaria de Meio Ambiente criou um setor somente para esta finalidade. A área conta com o médico veterinário Evandro Pezzini França, que se ocupa da parte técnica, supervisiona as castrações e a chipagem dos animais e participa da criação das Políticas Públicas de Bem-­Estar Animal; o fiscal municipal Luiz Afonso Pires Azambuja, que atua na fiscalização direta das denuncias recebidas pela SMMA (quando há uma demanda técnica na fiscalização, como, por exemplo, a verificação de maus tratos, o veterinário acompanha); e a estagiária Ana Paula Kovaleski, que trabalha no atendimento às denuncias.

O que de fato permitiu a implementação das Políticas de Bem-­Estar Animal no município foi a aprovação da Lei n° 3.742, de 7 de outubro de 2013 (alteração da Lei n° 2.241, de 10 de fevereiro de 2004) que passou a destinar verba específica do Fundo Municipal de Meio Ambiente (FUMDEMA) para a causa animal.

Em 2014, cerca de 30% dos recursos do FUMDEMA foram aplicados às Políticas de Bem-­Estar Animal, valor que girou em torno de R$ 180 mil. Os recursos do FUMDEMA vem da arrecadação com as taxas de licenciamento ambiental e das multas relativas a infrações ambientais. A criação de um setor específico para as Políticas de Bem-­Estar Animal ocorreu por meio da Lei n° 3.907, de 02 de julho de 2014, que alterou dispositivos da Lei n° 3.800, de 20 de dezembro de 2013, que redefiniu a estrutura administrativa do Poder Executivo Municipal.