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Professores em estado de greve

Professores em estado de greve

Em assembleia no Gigantinho categoria votou ações de mobilização

O magistério gaúcho está em estado de greve e prepara um calendário de mobilizações, inclusive com outras categorias de servidores no Estado. A decisão foi tomada em assembleia geral realizada ontem (26) à tarde no Gigantinho e que levou caravanas do interior a Porto Alegre. Segundo a presidente da entidade, Helenir Aguiar Schürer, em torno de 3 mil professores participaram do encontro. Apenas a metade das arquibancadas do Gigantinho foi ocupada por professores. Treze ações com a intenção de expandir o movimento rumo à greve no Rio Grande do Sul foram aprovadas. Uma nova assembleia deverá ser marcada para agosto.

Entre as ações que o Cpers realizará estão as caravanas ao interior. Houve oito delas até agora em diferentes regiões do Estado, e mais uma série de encontros estão programados. O próximo será no dia 30, no 21o Núcleo, em Uruguaiana, e o último somenre em 8 de outubro, no 3o Núcleo, em Guaporé.

Durante a assembleia a presidente voltou a defender que ao invés da greve imediata é preciso construir o movimento e fortalecê-lo. Outras propostas aprovadas são paralisações e reduções de períodos, vigílias durante votações de projetos do governo do Estado na Assembleia Legislativa que alterem direitos ou congelem salários, como a Lei de Diretrizes Orçamentárias, a ser apreciada na próxima semana na Comissão de Finanças da Casa. Debates nas escolas serão promovidos nos dias 20 a 23 de julho e ainda professores utilização as redes sociais para pressionar deputados de suas regiões exigindo que votem contra esses projetos do governo.

Os professores querem o pagamento de 13,01% de reajuste do piso nacional do magistério e mais os 34,67% que ficaram do governo anterior, além de plano de carreira, IPE, nomeações de concursados, realização de nova seleção, entre outras propostas. A pauta já foi apresentada oficialmente ao governo, em maio, mas não houve nenhum novo encontro posterior.