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Inspirações

Quem nunca se inspirou com uma história? Quis mudar, fazer algo diferente depois de ouvir ou ler algo? Sempre é bom rever sua vida e melhorar!

 

Dez coisas que aprendi sobre o amor, Sarah Butler

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Se você não gosta de chorar com um livro, pare agora essa leitura. Agora, se você é apaixonado por histórias que transbordam sentimentos e tocam profundamente a alma, você irá se encantar com “Dez coisas que aprendi sobre o amor”. Quando eu vi a capa do livro, poderia jurar que seria um romance açucarado, talvez uma comédia romântica. Não que a capa deixe a desejar: ela é linda, mas o título do livro me passou outro sentimento. Porém, a história é tão arrebatadora, que eu fico feliz de ter me enganado. E depois de ler pesquisei na internet o que outros achavam do livro e não encontrei nenhuma crítica, apenas muito amor pela história. Temos dois personagens principais: Alice e Daniel. E são eles que contam a história, intercalando as narrações. Daniel é um mendigo, um andarilho, que sofre, sempre se colocando para baixo, sempre se achando inferior, pensando que ele não merece coisas boas da vida. A única motivação dele é encontrar a filha que ele nunca conheceu. Alice é uma mulher de 30 anos que se sente culpada pela morte da mãe, quando ela tinha quatro anos, e busca fugir de tudo e todos, mas precisa voltar para Londres, pois seu pai está à beira da morte. A história dos dois vai se interligando e você já deve imaginar o que acontece. Ainda assim, cada linha é tão tocante e faz o leitor questionar tantas coisas sobre a vida… cada verso faz refletir sobre, e principalmente, o amor, o amor em suas diversas e infinitas formas, não só o amor lindo, mas o amor que machuca, o amor que dói, o amor que te faz crescer. É um livro maravilhoso!! “Por quase 30 anos, quando a brisa de Londres torna-se mais quente, Daniel caminha pelas margens do Tâmisa e senta-se em um banco. Entre as mãos, tem uma folha de papel e um envelope em que escreve apenas um nome, sempre o mesmo. Ele lista também algumas coisas: os desejos e o que gostaria de falar para sua filha, que ele nunca conheceu. Alice tem 30 anos e sente-se mais feliz longe de casa, sob um céu estrelado, rodeada pela imensidão do horizonte, em vez de segura entre quatro paredes. Londres está cheia de memórias de sua mãe que se fora muito cedo, deixando-a com uma família que ela não parece fazer parte. Agora, Alice está de volta porque seu pai está morrendo. Ela só pode dar-lhe um último adeus. Alice e Daniel parecem não ter nada em comum, exceto o amor pelas estrelas, cores e mirtilos. Mas, acima de tudo, o hábito de fazer listas de dez coisas que os tornam tristes ou felizes. O amor está em todas as partes desta história. Suas consequências também. Sejam boas ou más. Até que ponto uma mentira pode ser melhor do que a verdade?”.

 

A Febre, Megan Abbott

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“Na Escola Secundária de Dryden, Deenie, Lise e Gabby formam um trio inseparável. Filha do professor de química e irmã de um popular jogador de hóquei da escola, Deenie irradia a vulnerabilidade de uma típica adolescente de 16 anos. Quando Lise sofre uma inexplicável e violenta convulsão no meio de uma aula, ninguém sabe como reagir. Os boatos começam a se espalhar na mesma velocidade que outras meninas passam a ter desmaios, convulsões e tiques nervosos, deixando os médicos intrigados e os pais apavorados. Os ataques seriam efeito colateral de uma vacina contra HPV? Envoltos em teorias e especulações, o pânico rapidamente se alastra pela escola e pela cidade, ameaçando a frágil sensação de segurança daquelas pessoas, que não conseguem compreender a causa da doença terrível e misteriosa. A trama do livro foi inspirada num acontecimento real, ocorrido no estado de Nova York, em 2012. A produtora da atriz Sarah Jessica Parker vai lançar uma série no canal MTV baseada no livro e produzida por Karen Rosenfelt, de A Menina Que Roubava Livros, O Diabo Veste Prada e Crepúsculo”.

 

O mundo imaginário de…, Keri Smith

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“Imaginar algo melhor e mais interessante é o que faz de nosso mundo um lugar de constante transformação. Alguns dos maiores atos revolucionários de nossos tempos aconteceram porque alguém teve coragem de pensar diferente. Em O mundo imaginário de…, Keri Smith pede que o leitor crie um mundo completamente novo e inusitado. Primeiro, ela sugere listas: coisas amadas,  coleções, cores, formas, ideias, pessoas e criaturas das mais fascinantes. Elencados nas páginas do livro, esses itens serão as pedras fundamentais do seu lar imaginário. Daí para a frente, as tarefas não param mais: construir as paisagens, inventar nomes, bolar mapas, moeda, conceber habitantes, marcas, comidas, história e muito, muito mais. Outra contribuição de Keri Smith às mentes criativas deste mundo, para artistas e sonhadores de todas as idades que vão revolucionar o cotidiano com todas as infinitas possibilidades de seus mundos imaginários”.